- Dr Mo Ibrahim
- Lalla Ben Barka
- Lord Cairns
- Dr Mamphela Ramphele
- Mary Robinson
- Salim Ahmed Salim
- Nicholas Ulanov
Dr. Mo Ibrahim é um perito global em comunicações móveis com formação acadêmica notável e carreira empresarial distinta.
Sudanês, o Dr. Ibrahim é o fundador da Celtel International, uma das empresas africanas mais bem-sucedidas.
Em 1998, o Dr. Ibrahim fundou a MSI Cellular Investments, que mais tarde mudou para Celtel International. A empresa opera agora em 15 países africanos, com licenças que cobrem mais de um terço da população do continente. A empresa investiu mais de US$750 milhões na África, ajudando a levar os benefícios das comunicações móveis a milhões das pessoas em todo o continente.
Em 2005, a Celtel International foi vendida para a MTC Kuwait por $3,4 bilhões, fazendo dela um dos empreendimentos comerciais mais bem sucedidos da África.
O Dr. Mo Ibrahim é bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade de Alexandria, Egito, mestre em Engenharia Eletrônica e Elétrica pela Universidade de Bradford, e doutor em Comunicações Móveis pela Universidade de Birmingham. É membro do Africa Regional Advisory Board da London Business School.
Lalla Ben Barka é uma personalidade líder na implementação e reforma da política educacional por toda a África.
Defensora da educação como meio de impulsionar o desenvolvimento econômico africano em longo prazo, a expertise de Lalla Ben Barka está enfocada em fornecer, fortalecer estruturas educacionais, assegurando investimentos, acesso à tecnologia, desafiando atitudes tradicionais, incluindo a educação das mulheres.
Depois de obter diplomas em Educação e Psicologia pela Universidade de Paris X, Lalla Ben Barka trabalhou por um curto período em França como psicóloga antes de voltar à África para lecionar em Marrocos e na Mauritânia. Obteve o grau de doutora em Educação pela Universidade Southern California, em Los Angeles.
Nascida em Mali, Lalla Ben Barka trabalhou nacionalmente como chefe da Divisão de Promoção de Mulheres do Diretório Nacional de Alfabetização Funcional e Lingüística Aplicada (DNAFLA) e Programme Decennal de Developpement de l'Education (PRODEC).
Em 1998, Lalla Ben Barka foi nomeada Vice-Secretária Executiva da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África (UNECA). Seis anos depois, ela assumiu a função de Diretora da UNESCO Regional Bureau for Education in Africa em 2004, fornecendo liderança intelectual, estratégica e operacional para programas promovendo a educação por toda África subsaariana. Em reconhecimento à sua contribuição contínua para a educação, Lalla Ben Barka foi premiada com o Prêmio Alfabetização da UNESCO em 1993.
Lord Cairns tem tido uma carreira empresarial notável, liderando alguns dos principais e mais bem-sucedidos bancos de investimento do Reino Unido.
Um economista de desenvolvimento por experiência, Lord Cairns foi Presidente da Allied Zurich e BAT Industries plc, bem como Vice-Presidente e Diretor Executivo da SG Warburg. Entre 1992 e 2004, ele presidiu a Actis Capital LLP (anteriormente CDC Group plc), uma das maiores operações de capital de risco do mercado emergente com investimentos em agricultura, serviços financeiros, indústria e infra-estrutura em aproximadamente dezoito países africanos.
Ao lado de Cyril Ramaphosa, Lord Cairns fundou e presidiu o Commonwealth Business Council a pedido do Primeiro-Ministro britânico Tony Blair e do Presidente Mbeki da África do Sul. A organização continua fornecendo uma plataforma para os governos e para o setor privado trabalharem para aumentar o comércio e o investimento em toda a Comunidade, com um enfoque particular na África.
Entre 1981 até 1992, Lord Cairns também presidiu a Voluntary Service Overseas, organização responsável por enviar mais de mil voluntários por ano trabalhando em uma variedade de projetos de educação, saúde e infra-estrutura em toda a África. Lord Cairns também serviu como Presidente do Overseas Development Institute que, sob sua orientação, mais que dobrou em tamanho e significativamente aumentou seu escopo de trabalho.
Mamphela Ramphele é defensora líder da justiça social, no país e no exterior.
Crescendo em uma África do Sul sob a apartheid, a Dra. Ramphele foi uma figura ativa em políticas estudantis e membro fundador do Black Consciousness Movement (BCM, Movimento de Conscientização Negra) junto com seu parceiro, Steve Biko. Em 1977, Dra. Ramphele foi presa e banida para a região norte de Transvaal durante sete anos. Continuando sua campanha pela autonomia e justiça, ela estabeleceu o Ithuseng Community Health Programme (Programa de Saúde Comunitária Ithuseng).
Em 1986, a Dra. Ramphele se uniu à Universidade de Cape Town como pesquisadora. Dez anos depois, foi nomeada como Vice-Chanceler, se tornando a primeira mulher negra a ocupar este cargo em uma universidade sul-africana.
A Dra. Ramphele renunciou ao cargo em 2000 para se juntar ao World Bank Group como Diretora Executiva, se tornando a primeira africana e segunda mulher a ser nomeada a esta posição. Suas responsabilidades incluíram a administração das atividades de desenvolvimento de humano do Banco em educação, saúde, nutrição, população e proteção social. Em 2004, a Dra. Mamphela Ramphele foi nomeada Co-Presidente da Comissão da ONU sobre migração, uma nova organização que examina as oportunidades e desafios impostos pela migração nacional e internacional na África e em todo o planeta. Ela também é Ex-presidente do Conselho de Administração do Independent Development Trust (IDT), a organização não governamental com maior capacidade de desenvolvimento em construção na África do Sul.
Mary Robinson tem sido uma defensora líder dos direitos humanos ao longo de toda sua vida.
Eleita como a primeira Presidente feminina da Irlanda em 1990, a Sra.. Robinson é reconhecida amplamente por ter desenvolvido um novo nível de engajamento entre a Irlanda e o mundo em desenvolvimento. Em 1992, a sra. Robinson se tornou a primeira chefe de estado a visitar uma Somália abatida pela escassez, e também foi a primeira a visitar Ruanda depois do Genocídio.
Em 1997, em reconhecimento ao seu compromisso pela justiça e igualdade, o Secretário General da ONU, Kofi Annan, a nomeou como Comissária Superior de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Depois de sair da ONU em 2002, Mary Robinson continuou advogando assuntos do mundo em desenvolvimento através do fundo Realizing Rights, uma iniciativa de globalização ética que enfoca o desenvolvimento do comércio justo e eqüitativo, fortalecendo respostas a assuntos correlatos a HIV / AIDS e moldando políticas de migração mais humanitárias.
Mary Robinson recebeu amplo reconhecimento por seus esforços na esfera internacional. Em 2004, ela foi eleita "Embaixadora da Consciência" pela Anistia Internacional (Amnesty International). Ela é Presidente Honorária da Oxfam International.
Salim Ahmed Salim é um dos primeiros estadistas da África.
Formado nas Universidades de Delhi e Columbia, Salim iniciou sua carreira política em diplomacia internacional, servindo como Embaixador da República Árabe do Egito (1964-1965), Comissário Superior da Índia (1965-1968), Embaixador da República Popular da China (1969) e Representante Permanente da ONU em Nova Iorque (1970).
Uma figura principal na briga contra a apartheid, Salim serviu como Presidente da Comissão do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre Sanções contra a Rodésia, Presidente da Conferência Internacional sobre Sanções contra a África do Sul e Presidente da Conferência Internacional de Paris sobre Apartheid. Presidindo o Comitê Especial das Nações Unidas sobre Descolonização, ele ajudou a fortalecer uma era nova de independência por todo o continente.
Foi eleito como Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas em 1976 e serviu como Presidente da 34ª Sessão da Assembléia Geral das Nações Unidas em setembro de 1979.Saindo da ONU em 1980, Salim Ahmed Salim voltou para a Tanzânia, onde se tornou uma figura significante na política interna, ocupando diversos cargos Ministeriais de alto escalão, bem como Primeiro-Ministro (1984-85). Mais tarde, foi eleito Secretário General da Organisation of African Unity, supervisionando sua transformação em African Union.
Nicholas Ulanov é perito em fornecer consultoria estratégica e de gestão ao setor sem fins lucrativos.
A Ulanov Partnership, que Ulanov fundou há quase duas décadas, serve instituições líderes em fornecimento de benefício público globalmente. Compartilhou seus conhecimentos e ajudou a definir melhores práticas em educação, fundação, política pública, artes, museu, e outros campos sem fins lucrativos em mais de um conjunto de países em seis continentes.
Antes de iniciar sua empresa, Ulanov foi consultor de mídia e comunicações na McKinsey & Company, concentrando em atividades internacionais estabelecidas e novas no setor de mídia em cada idioma principal, estendendo suas atividades também na pesquisa e desenvolvimento do setor de informática e alta tecnologia.
Como consultor nos anos noventa, Ulanov foi o arquiteto da Campaign for Oxford da Universidade de Oxford, a primeira campanha de capital de grande porte fora dos Estados Unidos, levantando mais de £300 milhões de libras e preenchendo cerca de 200 cargos acadêmicos. Como parte de seu trabalho em Oxford, serviu durante dois anos como Diretor Executivo dos Escritórios da América do Norte em Nova Iorque e Toronto. Nicholas Ulanov é co-fundador da Royal Institution World Science Assembly, servindo como ponte entre as comunidades científicas e políticas em assuntos como riscos potenciais da Influenza e outras epidemias. Ele foi representante da ONG perante as Nações Unidas para o Pate Institute, continuando o trabalho do fundador da UNICEF Maurice Pate, e como ex-aluno bolsista pela Rhodes Scholar em Oxford continua ativo em muitas atividades relacionadas à universidade e relações de ensino superior, internacionalmente.

